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Trabalhando Pela Internet Para Fazer Missões

Esse na foto sou eu na Nigéria (de costas!), no início de uma pregação do Evangelho em uma praça, para falar sobre o que o Evangelho ensina sobre as crianças. Um lugar completamente novo pra mim, em uma situação extremamente difícil.

Esse na foto sou eu na Nigéria (de costas!), no início de uma pregação do Evangelho em uma praça, para falar sobre o que o Evangelho ensina sobre as crianças. Um lugar completamente novo pra mim, em uma situação extremamente difícil.

 

Era 2008 e eu morava em São Paulo. Já estava trabalhando pela internet há algum tempo, vendendo minhas planilhas de controle financeiro e outros produtos.

 

Numa determinada manhã, recebi um telefonema do Pr. Caio Fábio me convidando para fazer parte de um grupo que ele estava organizando para ir à Nigéria pregar o Evangelho.

 

A Nigéria estava passando por uma situação em que crianças estavam sendo abandonadas por seus pais e mortas por serem consideradas “bruxas” por seus líderes religiosos. Era possível pagar as igrejas para “desbruxificar” as crianças, mas custava caro e a maioria dos pais preferia simplesmente abandonar os próprios filhos.

 

Obviamente que eu queria aceitar o convite, mas o problema era o meu trabalho. Será que haveria internet lá? Será que eu conseguiria conciliar o trabalho missionário com meu trabalho online? Afinal, o projeto duraria 20 dias e precisava sustentar minha família que permaneceria no Brasil.

 

Naquele ponto, a necessidade das crianças nigerianas e o amor pela pregação do Evangelho não deixaram eu ter dúvida: decidi ir à Nigéria com aquele grupo pregar o Evangelho.

 

Enfrentamos 20 dias muito difíceis, de luta espiritual intensa, além de problemas sérios com a alimentação nigeriana; o povo era muito amável, mas seus costumes muito estranhos a nós. Fiquei muito doente.

 

E o problema das “crianças-bruxas” nos afligia demasiadamente. Vimos crianças acorrentadas em colunas; enfrentamos represália de líderes políticos e religiosos que consideravam aqueles atos normais e eram contra a nossa intervenção.

 

No final de tudo, convidamos a população para uma concentração em uma praça da cidade. Cerca de 700 pessoas estiveram presentes e eu preguei sobre o amor incondicional de Jesus pelas crianças e como era incoerente com o Evangelho considerá-las bruxas.

 

Foi um noite para não sair mais da memória; na verdade, foram vários dias para não sair mais da memória. Dali, nasceria um movimento de acolhimento e proteção de crianças abandonadas nas ruas da Nigéria que dura até hoje.

 

E o meu trabalho? Ah, sim… todas as noites eu conseguia uns 15 minutos de internet muito, muito ruim, mas que era o suficiente para eu fazer a publicidade dos meus negócios que já funcionavam no piloto automático. Feito isso, enquanto eu pregava nas ruas, o computador trabalhava para mim.

 

Assim eu pude manter o sustento da minha família enquanto seguia minha vocação pelas ruas caóticas da Nigéria.

 

Eu creio que viver sua vocação é a coisa mais importante que um ser humano pode fazer, e o trabalho pela internet facilita conseguir isso. É só uma questão de ter coragem e aproveitar as inúmeras possibilidades de trabalho que a internet providencia.

 

SAIBA MAIS!

Jesus, Amigo de Pecadores

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